O conceito de Agrofarmácia inclui o cultivo de plantas medicinais para promover a saúde através de suas mais diversas utilizações. Em fevereiro de 2011, quando esteve em Pasárgada/Nova Lima, a etnobotânica Vera Fróes contribuiu com o plantio da Agrofarmácia no Espaço PRIMO.

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Inaugurando o calendário anual de atividades da PRIMO, em janeiro de 2011, foi realizada, na Agrofarmácia,  uma prática sobre a produção de compostagem.

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Em outubro de 2010, já com as primeiras demarcações do que viria a ser a Agrofarmácia Viva, a PRIMO realizou um plantio comunitário de milho com sementes crioulas.

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A Agrofarmácia Viva Comunitária surge da necessidade de viabilizar espaços coletivos de convivência e encontro em Pasárgada/Nova Lima; requalificar uma área antes utilizada como depósito de resíduos da construção civil e propagar práticas relacionadas às tecnologias sociais.

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A ação conjunta entre a PRIMO e a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), deu uma nova dimensão à Horta de Todos que passou a ser uma Agrofarmácia Viva Comunitária, que inclui a produção de alimentos, hortaliças sem agrotóxicos, ervas, temperos e a Farmácia Viva (plantas medicinais); consolidando-se como espaço coletivo para a produção de saúde na comunidade de Pasárgada e região.

Você é nosso convidado. Visite-nos levando mudas e sementes, participando do cultivo das plantas, do processo de produção de adubo orgânico e colhendo os resultados desta iniciativa.

 

A Agrofarmácia Viva Comunitária é uma nova tecnologia social que vem sendo desenvolvida pelo Laboratório de Tecnologias Sociais em Saúde – LATESS da PRIMO, ao intercambiar os conceitos e experiências das tecnologias Agrofloresta (cultivo e produção de alimentos buscando integridade ambiental) e Farmácia Viva (plantas medicinais para promover e recuperar a saúde), pensando de forma unificada a produção da saúde humana e  ambiental.

Objetivo geral

Preservar o meio ambiente e a sociobiodiversidade, através do cultivo cooperativo orgânico de hortaliças associado ao cultivo de plantas medicinais nativas, contribuindo para a saúde individual, coletiva e ambiental.

Objetivos específicos

1-Produção de alimentos sem defensivos agrícolas, evitando contaminação do solo, do lençol freático, das águas fluviais e das pessoas consumidoras;

2-Produção de compostagem do lixo orgânico residencial para formação de adubo e redução da produção de lixo pela comunidade;
 
3-Criação de espaço comunitário de convivência através da Agrofarmácia Viva;

4-Cultivo de plantas medicinais a partir de um levantamento etnobotânico das plantas utilizadas pela população local;

5-Valorização dos saberes tradicionais de cultivo orgânico sem defensivos, e de uso de plantas para fins medicinais;

6-Valorização das espécies nativas da flora local através da divulgação de seus usos medicinais, reconhecendo o quintal como horto medicinal;

7-Criação de um espaço de troca e difusão de mudas dentro da comunidade;

8- Recuperação de terrenos degradados.