Cuidar da Água

Cuidar da Água

O tratamento do esgoto, o uso racional da água e a manutenção da vegetação nativa que dispensa irrigação em seu jardim e promove a infiltração do solo, são exemplos de práticas que contribuem para a manutenção da quantidade e qualidade da água generosamente presente em nossa região.

Cuidar dos Solos

Cuidar dos Solos

Ao manejar de forma adequada o lixo doméstico (separando-o corretamente), utilizar adubos orgânicos em sua horta e jardim, manter a vegetação nativa e evitar queimadas, você contribuí de forma efetiva para manter a vitalidade e qualidade do solo.

Cuidar da Biodiversidade

Cuidar da Biodiversidade

Praticar uma ocupação humana mais respeitosa com as espécies nativas e comprometida com a multiplicidade da vida, valorizando a fauna e flora local e preservando o ambiente necessário à sua manutenção.

Cuidar do Futuro

Cuidar do Futuro

Construir agora as medidas individuais e coletivas necessárias para preservarmos o patrimônio natural que recebemos, como compromisso com as futuras gerações, nossos filhos e netos.

Saber Cuidar

Saber Cuidar

Para evitar a destruição lenta e gradual de Fechos, é necessário que cada um de nós conheça essa área de preservação ambiental, sensibilize-se com sua riqueza e potencial e se envolva com o movimento pela sua preservação.

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Preservação das Águas

Veja a matéria sobre preservação das águas com destaque para Estação Ecológica de Fechos.

 

Para Ministério Público de SP, novo Código Florestal é injusto e caótico

Em entrevista concedida à Revista Época (Blog do Planeta), a Procuradora de Justiça, Lídia Helena Ferreira da Costa dos Passos, coordenadora do Centro de Apoio Operacional Cível e de Tutela Coletiva do Ministério Público do Estado de São Paulo, faz críticas ao novo Código Florestal. Segundo ela, o novo Código abre brechas para devastação e anistia quem burlou a lei no passado. Lídia coordena o Projeto Florestar, uma iniciativa do MPSP para padronizar a atuação dos promotores do estado. Ela respondeu as perguntas de Época sobre o Código.

Época: Como a senhora vê o novo Código Florestal? Seria mais claro e menos ambíguo do que as leis e decretos federais anteriores?

Lídia Passos: Eu não chamaria assim a nova lei florestal. A lei produzida – ao longo de um desgastante e excepcionalmente conturbado processo legislativo – não constitui propriamente um “código florestal”. O conceito de “código florestal” remeteria a um conjunto sistemático de disposições legais relativas à proteção das florestas e da (riquíssima) biodiversidade no Brasil…e a ideia de “novo”, nesse caso, apontaria para uma esperada evolução em relação à lei anterior (de 1965). Esse conceito normativo que envolve método científico, transparência de interesses e consistência sistêmica de forma alguma se aplica ao arranjo de disposições legais que os legisladores afinal entregaram ao país. Podemos tranquilamente reconhecer que a lei 12.651/12 (chamada de novo Código Florestal) nos remete mais à ideia de um “arranjo normativo” do que a um autêntico código florestal, conforme inicialmente se esperava. Daí a frustração e a polêmica que caracterizam os debates sobre a legitimidade da nova lei, que já nasceu velha. Representou, sem dúvida, retrocesso.

Lixões nunca mais

lixao

Por DIÁRIO DA MANHÃ - CARLOS SILVA FILHO* E GABRIEL GIL BRAS MARIA*

A evolução na gestão de resíduos sólidos no Brasil tem como marco regulatório a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010, que definiu formalmente o que há de mais moderno para uma gestão sustentável de resíduos, estabelecendo novos paradigmas, diretrizes e metas, com vistas a minimizar impactos ambientais e aproveitar ao máximos os recursos contidos nos materiais descartados.

Entre idas e vindas o tema ficou vinte anos em pauta no Legislativo. Teve início formal em 1991, com a apresentação do PL 203 e avançou com a criação de uma Comissão Especial, em 2001, cujo objetivo era apreciar as matérias contempladas nos projetos de lei apensados ao PL 203/91 e formular uma proposta substitutiva global, visando publicar um instrumento de regulação para esse importante setor.

Crime ambiental de extrema gravidade!!

A Prefeitura de Belo Horizonte trabalha para viabilizar a venda de 414 terrenos limítrofes à EE de Fechos. Se aprovado, o Projeto de Lei 1304/2014 será responsável pelo fim desta área de preservação, abrigo de espécies ameaçadas de extinção e fonte de abastecimento de água para cerca de 200 mil pessoas na região Sul de BH.

 

 

Vereadores querem barrar venda de lotes no bairro Jardim Canadá

Fernando Dutra - Hoje em Dia

Audiência pública sobre a venda de terrenos da Prefeitura de BH na divisa com Nova LimaA Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 1304/2014, que desafeta 414 lotes no bairro Jardim Canadá, na divisa com Nova Lima, atestando que os recursos obtidos com a venda dos terrenos sejam destinados exclusivamente para habitação popular. Os terrenos da prefeitura são limítrofes ao Parque Ecológico de Fechos, responsável pelo abastecimento de água para a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e de mais de 300 mil moradores da região sul da capital.